sexta-feira, 29 de maio de 2009

Animale TRAVELWEAR




Acaba de ficar pronto o novo catálogo de inverno da ANIMALE com destaque para a nova coleção da grife: ANIMALE TRAVELWEAR.
.
E para as fotos dessa nova empreitada, a dupla de tops que brilhou na passarela da grife durante a última edição da SPFW está novamente junta: a top número 01 do mundo, Raquel Zimmermann, e Ana Beatriz Barros. As duas foram fotografadas por HenriqueGgendre, com Styling de Luis Fiod, da Agência Mint.




A ANIMALE TRAVELWEAR é uma linha completa para os dias de lazer ou férias na serra, vestindo a sofisticada clientela da marca com moletons e casacos, shorts, coletes e jaquetas de nylon. São peças cheias de tecnologia e estilo.
.
A linha foi criada para complementar o mix da loja e alternar com a linha balneário, que já é um grande sucesso e é comercializada durante o verão. Raquel Zimmermann aproveita e confirma sua participação na próxima SPFW, onde desfila com exclusividade para a ANIMALE, no dia 20 de junho.
.
Divulgação: KNOW HOW COMUNICAÇÃO

Converse e TudiCofusi: mistura de referências conectadas a moda

A Converse é conhecida pela sua originalidade, atitude e sua extensa gama de produtos. A moda muda a cada temporada marcando gerações e comportamentos. Por isso, a Converse é sinônimo de moda. Firmando essa ligação, nesta edição do evento Casa de Criadores, a Converse apoia a TudiCofusi. A marca traz em seu conceito uma salada de referências que tem como resposta composições desconexas, livres, graciosas e divertidas. Ou seja, tudo a ver com a Converse. Os modelos desfilados na passarela serão produtos de diferentes categorias da marca: Chuck Taylor, Sport Authentics, Heritage Basketball e linha Conceito. Cada uma delas carrega a rebelião e o otimismo da marca.

O CHUCK TAYLOR, feito em lona e borracha é ícone, na música, arte, moda e esporte. No desfile os modelos vistos serão:



A categoria SPORT AUTHENTICS é destinada àqueles de perfil ativo e que procuram uma irreverência no esporte. Os produtos Sport Authentics resgatam a essência e a irreverência à corrida cotidiana e à velocidade urbana.

A linha de HERITAGE BASKETBALL inspira a originalidade DNA e cultura da marca. Ele destrói o status quo, instigando a criatividade, o Rock’n Roll e a democracia. Para a Tudi Confusi a Converse empresta quatro modelos:



A linha Conceito soma moda combinada a produtos únicos e com edições limitadas e que ditam tendências de moda.


Mais Informações em: www.converseallstar.com.br.

Divulgação: Adversite

Converse All Star e Twooin: atitude na passarela da Casa de Criadores



Em um mundo de possibilidades, o que se procura é distinção. Este diferencial pode ser alcançado através de várias maneiras. A moda é uma delas. E disso a Converse entende. A marca é considerada a preferida dos modernos. É vista constantemente nos pés de artistas, músicos, formadores de opinião e pessoas de grande influência. Sempre atenta às tendências, a Converse é sinônimo de atualidade.

Firmando sua ligação cultural com a moda, nesta edição do evento Casa de Criadores, a Converse apoia a Twooin. A marca tem como inspiração as discussões sobre a rotina, a sociedade, a velocidade e o rumo que o mundo está tomando. Essas características casam perfeitamente com a identidade Converse. Os modelos desfilados na passarela da marca serão produtos Converse da linha Conceito. Um deles é o Specialty Layers em couro preto, e o outro é modelo Specialty Spine que mistura lona com couro. A linha Conceito soma moda combinada a produtos únicos e com edições limitadas e que seguem e ditam tendências. Também estão presentes modelos importados que levam assinatura de estilistas e ícones como John Varvatos.

Primando pela exclusividade, os modelos da linha Conceito são encontrados somente em pontos de venda selecionados.

Divulgação: Adversite

Converse All Star e Jadson Raniere:recriando a história na passarela da Casa de Criadores

A centenária Converse All Star se mantém cada vez mais atual. Andando em parceria com a moda, um dos pilares que traduzem a essência da marca, a Converse marca presença no desfile do estilista Jadson Raniere. A coleção será apresentada na 20º edição da Casa de Criadores.

O estilista conta que buscou inspiração na união do passado e do presente, em suas diferentes épocas e culturas. Esse olhar sob o passado coincide com a identidade da Converse, que tem orgulho da sua história. O modelo desfilado na passarela da marca será o produto European em couro preto.


Sobre a Converse

Fundada em 1908, a marca Converse construiu a reputação de uma empresa esportiva original e tem sido associada ao rico legado de calçados lendários tais como o Chuck Taylor® All Star®, Jack Purcell® e One Star®. Hoje, a Converse oferece uma gama de produtos diversificada vendidos no mundo todo que inclui calçados masculinos, femininos e infantis. Para maiores informações, visite o site da Converse no Brasil – http://www.converseallstar.com.br/.
Divulgação: Adversite

quarta-feira, 27 de maio de 2009

YSL em exposição no Brasil



Em mais uma iniciativa pelo Ano da França no Brasil, a mostra “Yves Saint-Laurent – Viagens Extraordinárias” foi lançada na segunda-feira, dia 25 de maio, no Rio de Janeiro, e é a primeira exposição de moda do país dedicada a apenas um estilista. A partir desta terça-feira, dia 26, até 19 de julho, o evento está aberto ao público e tem entrada gratuita.
.
.
Realizada no CCBB (Centro Cultural Banco do Brasil)), a mostra exibe 50 figurinos completos de coleções inspiradas na África, Ásia, Espanha, Rússia e Índia, acompanhados por mais de 240 acessórios, como brincos, sapatos e turbantes. As peças têm datas de criação entre 1967 e 1999 e são muito frágeis. “Para cada um mês de exposição, os modelos têm que descansar durante um ano”, explica Dimitry Ovtchinnikoff, integrante do consulado francês.
.
.
O acervo está distribuído em três salas pintadas com cores fortes, que reforçam o tom étnico do evento. “Estão sendo apresentados 40 anos de criação de Yves Saint Laurent, por meio de sua visão dos países que mais lhe inspiraram”, lembra o produtor da mostra, Christophe Coffrant.
.
.
Com curadoria da “Fundação Pierre Bergé – Yves Saint Laurent”, a exposição traz, além das peças, croquis originais e dois vídeos com o estilista, uma entrevista e o registro de seu último desfile, realizado em 2008, no Centro Pompidou, em Paris.
.
.
Extraído do site UseFashion
Produzido pelo Núcleo de Pesquisa e Comunicação/UseFashion
Colaboração: Juliana Wecki
Fotos: Daniel Ramalho/Divulgação






terça-feira, 26 de maio de 2009

Nascimento da Moda

O filósofo francês Gilles Lipovetsky (2006) observa que durante séculos as sociedades se desenvolviam sem almejar as novidades, “as formações sociais ditas selvagens ignoraram e conjuraram implacavelmente durante sua existência multimilenar, a febre da mudança e o crescimento das fantasias individuais” (LIPOVETSKY, 2006: 23). É fato que as sociedades primitivas já possuíam um forte apelo estético, controlado pelo costume de utilizar pinturas, ornamentos e adornos. No entanto, estas ações compunham algo maior, eram tradições conservadoras, herdadas do passado, e passadas de geração por geração, sem sofrer nenhuma modificação ao longo dos anos.

"Hiperconservadora, a sociedade primitiva impede o aparecimento da moda por ser esta inseparável de uma relativa desqualificação do passado: nada de moda sem prestigio e superioridade concedidos aos modelos novos e, ao mesmo tempo, sem uma certa depreciação da ordem antiga" (LIPOVETSKY, 2006: 27).


Lipovetsky aponta que a moda, tal como a conhecemos, quase não aparece antes da metade do século XIV. É nesse momento que as sociedades começaram a abandonar as obrigações relacionadas aos costumes estéticos, tradicionais e hereditários, e passaram a fazer uma nova leitura sobre o hábito de vestir-se e adornar-se. Surge, então, um vestuário totalmente novo, claramente diferenciado pelo sexo (até este momento o vestuário masculino e feminino era muito parecido, com cortes e tecidos basicamente idênticos). Estas mudanças foram diretamente influenciadas pela criação e desenvolvimento das cidades, pela organização da vida nas cortes e pelo Renascimento.

"Só a partir do final da Idade Média é possível reconhecer a ordem própria da moda, a moda como sistema, com suas metamorfoses incessantes, seus movimentos bruscos, suas extravagâncias. A renovação das formas se torna um valor mundano, a fantasia exibe seus artifícios e seus exageros na alta sociedade, a inconstância em matéria de formas e ornamentações já não é exceção, mas regra permanente: a moda nasceu" (LIPOVETSKY, 2006: 23).


O filósofo ainda observa que a moda viveu a sua fase inaugural a partir deste período, até à metade do século XIX. As características mais proeminentes da moda, como traços estéticos e a importância social, começaram a ser reveladas e as frivolidades e fantasias instalaram-se na sociedade de maneira ordenada e duradoura. Porém, infelizmente, durante todos estes anos somente alguns grupos pequenos e fechados, que monopolizavam os conhecimentos e o poder da criação, participaram desta fase. Para Lipovetsky esse é o estágio artesanal e aristocrático da moda.

Nota-se que o sistema da moda surge para quebrar paradigmas e preceitos. Lipovetsky relembra que na era dos costumes reinava o prestígio à Antigüidade. Todavia, na atualidade, a moda desencadeou um forte anseio pelas novidades. “Com a moda começa o poder social dos signos ínfimos, o espantoso dispositivo de distinção social conferido ao porte das novidades sutis” (LIPOVETSKY, 2006: 32). Estas novidades passam a ser aspiradas, de maneira mais ressaltada, pela alta sociedade que desejava se diferenciar, já que a burguesia começou a realizar cópias da vestimenta utilizada por eles. As intensas novidades tornavam o crescimento da prática de copiar uma ação mais difícil e complexa.


Foram séculos de desenvolvimento e novidades que fizeram com que a moda se consolidasse e alcançasse alguns conceitos que são comuns na atualidade. Na Idade Média, por exemplo, não existia ainda o conceito de estilista ou costureiro. “Somente no final do século XVIII uma pessoa seria responsável por mudanças assinadas, quando Rose Bertin ficou famosa por cuidar das toilettes da rainha Maria Antonieta (1755-93) – celebre pela vaidade, extravagância e gosto por grandes festas” (PALOMINO, 2003: 16).

Entretanto, percebe-se que na sociedade do século XIX a moda evoluiu com grande rapidez e atingiu todas as camadas sociais. Deixou de pertencer somente a grupos seletos e fechados, para começar a trilhar um novo caminho, que se consolidaria no final do século XX, chamado de “democratização da moda”. Durante o século XIX o sistema da moda se solidificou como instrumento de afirmação pessoal e como forma de expressar sentimentos e pensamentos. “A partir de então entramos em uma fase mais sofisticada de leitura da moda. A aceleração e os aspectos de mudança instalaram verdadeiros desafios” (PALOMINO, 2003: 16).

Foi também no século XIX que a moda vivenciou dois importantes fatos capazes de transformar a moda e criar práticas e métodos que se aplicam até os dias de hoje: a criação da alta-costura e os lançamentos das coleções divididos em duas temporadas. Nestas duas situações, a pessoa revolucionária, responsável por estes acontecimentos, foi o estilista Charles Worth (1826–95).

Segundo historiadores, a alta-costura surgiu em Paris, em 1858, através deste estilista inglês. Nesta época Worth abriu a sua primeira maison e passou a criar para nobres e burgueses. Por apresentar um trabalho diferenciado e peculiar, a imperatriz Eugênia (esposa de Napoleão III) indicou o costureiro para o cargo de “estilista imperial”, assim denominado pela jornalista de moda Érika Palomino. “Nascia o conceito de alta-costura e o estilista tinha agora um status de criador supremo, diferente das costureiras e alfaiates” (PALOMINO, 2003: 22). Após difundir a alta-costura, Worth propôs que, para sistematizar os lançamentos da moda, a melhor opção seria concentrar a criação e a divulgação das novidades duas vezes ao ano, acompanhando as estações climáticas.

Projeto BOX na NONFASHION